sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Flash, MP3, Java e Ubuntu

Os usuários um pouco mais familiarizados com instalação de sistemas operacionais já estão acostumados com certos recursos importantes que geralmente os sistemas não possuem nativamente. O que geralmente se pensa depois de instalar o Microsoft Windows em alguma máquinas é em adquirir alguns plugins como o Flash, o Java e dependendo do usuário alguns codecs extras. Quanto à isso o usuário que migra do Windows para o Linux não sofre muito.

Porém, existe um fator que assusta os usuários Linux de primeira viagem: A falta de suporte nativo para decodificar o MPEG-1 Audio Layer 3, ou simplesmente mp3.

Por que o linux não suporta alguns formatos?

Alguns formatos são protegidos por direitos autorais e leis. Sendo assim eles não podem ser distribuídos como "livres" propriamente ditos. O Ubuntu, por exemplo, separa os softwares entre as seguintes categorias: main, restricted, universe e multiverse.

Entendendo os Repositórios de arquivos no Ubuntu

Main é o grupo de softwares oficialmente suportados pelo Ubuntu; No Restricted estão os softwares suportados mas que estão sujeitos à uma licença que não é totalmente livre; O grupo Universe agrupa os softwares mantidos pela comunidade, ou seja, softwares aos quais o Ubuntu não presta suporte. Multiverse é onde estão os softwares não livres.

Então, como ouvir MP3 no linux?

No ubuntu, existe um pacote que possui vários dos softwares mais usados e que não instalaram-se sozinhos junto com o Ubuntu. O nome desse pacote é ubuntu-restricted-extras.

Esse pacote contém;

- Suporte à MP3;
- Suporte à DVDs não encriptados;
- Fontes Microsoft TrueType;
- Plugin do Flash;
- Alguns codecs para formatos comuns.



Para instalar, você pode entrar em Aplicativos -> Central de Programas e pesquisar por ubuntu-restricted-extras. Pode também utilisar a linha de comando por um terminal digitando:

sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras


Espero que tenha sido útil! Até a próxima!

Fontes: 

As melhores extensões para Chrome no Linux

Um dos objetivos do Google Chrome é a versatilidade e possibilidade de personalização do sistema. Para atingir esse objetivo, o navegador conta com extensões. As extensões tem que ser baixadas pelo próprio site oficial de Extensões do Chrome, mas para facilitar a procura, aqui vai uma lista das que não podem faltar no seu navegador:



1. Google Mail Checker: A ideia é simples mas é essencial: Essa extensão inclui um ícone na barra de ferramentas que mostra a quantidade de mensagens não lidas na sua caixa de entrada.


2. Docs PDF/PowerPoint Viewer: Esse adicional cria uma prévia de arquivos ppt/pps(x) e pdf no Google Docs, fazendo com que você não precise fazer o download de todos esses arquivos para abrir com seu leitor padrão do linux. 



3. Smooth Gestures: Programe movimentos com o mouse para executar ações em seu Chrome. É uma forma rápida de navegar entre as páginas e opções. Por exemplo: Clique com o botão direito do mouse e arraste para a esquerda para voltar uma página no histórico, ou Para cima e você abre uma nova aba. Também é possível personalizar seus próprios movimentos.




4. Chrowety: Um cliente de Twitter para o Chrome. Ele fica instalado como um botão na barra de ferramentas (como o Google Mail Checker), mostrando quantos novos twitters existem na sua timeline. Por ele você pode ler, criar, responder entre outras coisas pela própria extensão.



5. TooManyTabs for Chrome: Organize suas abas deixando de lado as que você não precisa usar por enquanto. Essa extensão deixa as abas inativas para que não consumam recursos de memória e processador do computador.

Google Chrome para Linux




O Google anunciou dia 08 de Dezembro de 2009 os betas oficiais para Linux e Mac do novo navegador, que pode ser baixada no site oficial http://www.google.com.br/chrome, tendo versões já compiladas para Debian/Ubuntu (.deb) e Fedora/OpenSuse (.rpm), tanto 32bits quanto 64bits.

No mesmo dia, outro anúncio dizia que a maioria dos engenheiros no Google utilizavam maquinas com linux e também que haveriam várias extensões compatíveis com o sistema.

O primeiro sinal vindo do Google de uma versão para Linux foi no dia 4 de Junho, não sendo ainda aberta ao público por ser incompleta e conter vários bugs.


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Então vamos para o Primeiro Post!

Esse blog tem a intenção de ser um pequeno guia para uma melhor utilização do linux. Vou postar aqui vez ou outra dicas e novidades para fazer com que esse sistema operacional fique ainda mais interessante!


Até mais!